Laura Bacellar

Meu nome é Laura Bacellar e trabalho no mercado editorial desde 1983. Sou formada em editoração pela ECA/USP e amo livros. Para saber mais, vá na aba “Quem Somos” do menu principal.

13 comentários até agora

  1. ALEXANDRE REZENDE
    10 de Maio de 2017 @ 10:04

    Bom dia,

    Sou professor de Inglês no Brasil a mais de 20 ANOS, morei nos E.U.A e estou pretendendo publicar um livro nos Estados Unidos mas sei como. Alguem poderia me orientar?

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    • Laura Bacellar
      11 de Maio de 2017 @ 15:16

      olá Alexandre,
      o funcionamento das editoras nos EUA é mais ou menos como aqui, só que lá vc entra pelos agentes, não submetendo seu originais direto para as editoras.
      http://escrevaseulivro.com.br/escrevi-um-livro/ esse post vale para lá.
      um abraço e boa sorte

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  2. Cristiane Monte Serrat Kuszlewicz
    9 de junho de 2017 @ 01:15

    Escrevi um livro sobre Esquizofrenia “Quando o sentimento se separa da razão ” e gostaria de publicar no exterior. Obrigada Cristiane Monte Serrat Kuszlewicz

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  3. Fernanda Santos Barros
    17 de junho de 2017 @ 14:28

    Eu estou lendo há algum tempo seu site e me deparo com o seguinte dilema. Eu como todo autor quero mais do que tudo que meu livro faça sucesso no Brasil e no mundo a fora, mas então você me diz que é quase uma regra eu ter que escrever algo daqui, desse País? Algo que não me interessa e algo que não me apaixona. Eu entendo e respeito, mas não me interesso pelo folclore brasileiro, não me identifico entende? Mas sou apaixonada pelo folclore de determinados países, então o que eu faço? Não posso escrever sobre isso porque como você mesma disse, como é a cultura deles, eles já estão mais que cansados em escrever com propriedade sobre determinado tema, como elfos, dragões e vampiros. Isso é muito injusto rs eu não pedi para nascer nesse país, e não escolhi me encantar por determinada cultura. Está cada vez mais difícil escrever algo original e diferente, mas para um mundo onde 50 tons de Cinza foi é considerado um grande fenômeno para inúmeros fãs e que com certeza a autora está lucrado rios de dinheiro pela famigerada (e muito lucrativa) síndrome do “Bad Boy”, acho muito pretensiosa a fala e a regra que somos obrigados a escrever sobre algo que vivenciamos ou nossa própria cultura. Isso não é uma critica a seu post, entendo que tem anos de experiência nesse ramo, mas sim uma crítica ao mundo editorial, só estou lamentando minha tristeza rs

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    • Laura Bacellar
      19 de junho de 2017 @ 20:12

      olá Fernanda,
      hehehe veja, nenhuma regra do mundo literário é inquebrável. Isso de escrever sobre a própria cultura é uma indicação geral, mas por que vc não pensa em dar um twist a ela? Nós temos alguns pontos muito fortes em nossa cultura, como por exemplo o humor, a sensualidade, a irreverência, as pessoas de origens misturadas, as imagens e religiões sincréticas… Por que vc não pensa um jeito de usar alguma dessas características? Por que não imagina um personagem que poderia ser brasileiro em pique e perfil?
      Use o que vc tem à mão, o que está a seu favor…

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      • Fernanda Santos Barros
        21 de junho de 2017 @ 09:19

        Hahha é verdade, seguirei seus ensinamentos haha Talvez algum dia veja meu nome em alguns livros velhos de cebo…

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  4. Vanessa Dashimoto
    16 de agosto de 2017 @ 21:06

    Bom de começo eu respeito a opinião de todos, mas eu não concordo com o ponto de vista de que temáticas não servem para ser escritas ou reinventadas por novos escritores. Como foi dito que histórias como elfos, vampiros e etc não seriam uma abordagem boa por serem de dominância de escritores estrangeiros etc.
    Isso não é verdade muitos autores buscam informações e referências e muito estudo antes de escreverem e claro buscas por lendas, folclores entre outras coisas de várias regiões de lugares pelo mundo. Qualquer um pode escrever sobre várias temáticas basta ter um conhecimento profundo do assunto ou estudar sobre o assunto sob a perspectiva de vários países diferentes e culturas diferentes etc.
    Vejam bem George Lucas usou várias inspirações para criar Star Wars, como histórias em quadrinhos , filmes de guerra, medievalismo e filmes japoneses como as obras do diretor Akira Kurosawa (incluindo a Fortaleza Escondida e Sete Samurais), sendo o termo jedi é derivado de jidaigeki, nome dado as narrativas japonesas sobre samurais. George Lucas admitiu que Kakushi toride no san akunin( Fortaleza Escondida) o influenciou na criação de Guerra nas Estrelas, principalmente pela técnica de contar o filme pela visão de dois personagens coadjuvantes (no caso, C-3PO e R2-D2 em Star Wars). E o filme foi um grande sucesso.
    Anne Rice também fez várias pesquisas sobre o folclore sobre vampiro na Romênia e também de onde vieram as aspirações de Bram Stocker etc e seus livros são sucesso absoluto.
    J. K. Rowling, por exemplo escreveu sua obra do Harry Potter baseada em outras obras e outras histórias e conhecimentos, como a história da ordem dos magos da Golden Dawn para criar a escola de Hogwarts, do Livro da magia das crônicas do Constantine (em que o personagem dessa trama é quase idêntico ao Harry Potter e ao invés de uma vassoura ele tem um Skate voador). E também foi um maior sucesso.
    Aqui no Brasil contamos com o escritor André Vianco que escreveu vários livros com temáticas sobre vampiro e misticismos variados, muito interessante as histórias diga-se de passagem.
    Nosso estimado Paulo Coelho que também escreve sobre bruxos , magos. Levando em consideração que o mesmo é um mago e que foi pertencente a ordem dos magos Astrum Argentum (da qual também pertenceu Raul Seixas) mas poucos desconhecem tantos fatos sobre como os autores criam suas obras.
    Não estou desmerecendo nenhuma delas de forma alguma, já li todas e são excelentes, o que estou querendo dizer é que qualquer autor pode escrever sim sobre o tema que quiser, sobre qualquer folclore que gostar etc. Basta ter um bom conhecimento, um bom estudo e se dedicar a muitas pesquisas sobre assunto para se ter domínio dele e depois claro usar de sua criatividade, genialidade, até mesmo de coisas malucas, surpreendentes ou sobrenaturais de sonhos que teve etc. Podem até mesmo fazer uma colcha de retalho como J.K. Rowling fez que juntou várias pesquisas e várias histórias numa só. Pode -se usar isso também quem sabe misturar alguns aspectos do folclore brasileiro com outros, é apenas uma dica gente. Como vários autores e diretores o fazem e claro ter bom senso para algumas coisas e criar uma história que cative e busque a curiosidade de quem lê.
    Lembrando que o autor tem a liberdade de poder imaginar e em seu universo tudo é permitido. Não tenham medo de escrever e expor suas ideias e de trabalhar sua criatividade é assim que nascem grandes histórias. Há duas frases de Walt Disney que pode-se valer muito, ele disse: – ” Se você pode sonhar, você pode fazer” e ” Eu gosto do impossível, porque lá a concorrência é menor.”

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    • Laura Bacellar
      18 de agosto de 2017 @ 12:22

      Olá Vanessa,
      claro que escritores têm toda a liberdade de escrever sobre o que quiserem. O comentário desse post foi para provocar o pensamento na direção de diferenciais, dos quais a brasilidade é um. Ainda mais se o autor pretende ser traduzido: sem diferencial não vai acontecer, fugir do rebanho é um must…
      Veja como as pessoas caem na mesmice:
      http://www.listasliterarias.com/2013/07/10-principais-cliches-da-literatura.html
      um abraço

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  5. Joana Cruz
    23 de setembro de 2017 @ 16:00

    So passando para agradecer pelo excelente post e pelas informaçoes disponobilizadas aqui. Obrigada por mostrar o caminho certo aqueles que andam tao perdidos no meio desse mercado vasto e implacavel… Se Deus quiser, e um dia eu publicar no exterior, me lembrarei que foi nesse site que encontrei incentivo e direçao! Bjod Laura, Deus abençoe

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    • Laura Bacellar
      24 de setembro de 2017 @ 11:56

      Joana,
      super boa sorte!

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  6. Geraldo M Martins
    16 de novembro de 2017 @ 08:16

    Gostaria de que me informasse no seguinte:
    Sou escritor e tenho um livro publicado no Brasil, edição independente, já na segunda edição. Em sendo feita uma outra edição em outro país, em Portugal, por exemplo, será a terceira edição ou voltará à primeira edição?

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    • Laura Bacellar
      17 de novembro de 2017 @ 10:41

      olá Geraldo,
      as edições (na verdade tiragens, mas tudo bem, pode usar edição que é tradicional) são contadas a partir da primeira em cada país. Mas vc pode escrever na capa, numa faixa que chame a atenção, “mais de … mil exemplares vendidos”, contando aí o sucesso inicial.

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